Mercado
Muito se discute se os profissionais que se formam em MBA’s no exterior são mais absorvidos pelo mercado de trabalho do que aqueles que se formam no Brasil. De maneira geral é isso que ocorre.
Mas é importante não estabelecer regras para essa questão. Como no Brasil, em outros países também existem escolas boas e ruins. O que leva à boa colocação no mercado de trabalho está muito mais ligado à qualidade da escola em que se cursa o MBA do que propriamente ao local onde se cursa.
A outra grande questão em termos de mercado para quem pretende fazer a especialização no exterior diz respeito ao período que o profissional fica fora dele. No exterior, diferentemente do Brasil, os cursos exigem dedicação integral do aluno. Ou seja, o profissional que deseja obter um MBA tem que abrir mão de estar no mercado de trabalho por dois anos (que é o período em que dura o curso).
Apesar disso o profissional que opta pelo curso estrangeiro agrega uma série de experiências devido à vivência fora do país e a formação de um networking internacional e mais seleto. Por isso atualmente, algumas das melhores escolas brasileiras, buscam suprir parcialmente essa necessidade fazendo convênios com universidades internacionais e promovendo módulos em diferentes lugares do mundo. Essa alternativa é uma opção para aqueles que não podem abrir mão de suas carreiras, mas buscam um MBA completo e que lhe dê reais oportunidades de crescimento.
Todas essas questões devem ser ponderadas e avaliadas com cuidado por quem pretende estudar fora do país. O MBA realizado fora do país (em uma escola de renome) tem provavelmente maior possibilidade de retorno que o MBA cursado no Brasil, devido à visibilidade das escolas internacionais, mas o investimento e o risco são com certeza proporcionais à possibilidade de melhor retorno.
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